A pessoa idosa é a principal interlocutora
Mesmo quando um filho ou cuidador faz o primeiro contato, o acompanhamento pertence à pessoa atendida. Ela participa das escolhas sobre temas, frequência e presença de familiares nas conversas, desde que tenha condição de decidir. O cuidado não deve infantilizar nem transformar qualquer tristeza, lentidão ou preferência em incapacidade. Escutar história de vida, valores, perdas e desejos ajuda a construir um processo que respeite autonomia e realidade cotidiana.